Belgrano sigue teniendo cine!
Compartimos con alegría el comunicado de compañeros/as de Belgrano K Comuna 13, que han logrado evitar el cierre de un cine no sólo con historia sino con un rol importantísimo como centro cultural y de difusión artística en Belgrano (Ciudad de Buenos Aires), como es el cine Arteplex Belgrano.
Un triunfo de los vecinos y vecinas de Belgrano, que se movilizaron para defender el espacio -su espacio- e impedir caiga en las garras de la especulación inmobiliaria, tan común al gobierno macrista de la Ciudad de Buenos Aires.
Un triunfo que demuestra que, con unidad, organización y solidaridad del campo popular, se pueden dar pequeños grandes pasos.
A continuación, el comunicado:
En los últimos días de abril de 2012, los integrantes de la agrupación BELGRANO K nos enteramos de que cerraba el Arteplex Belgrano. La pérdida de cualquier sala de actividades culturales siempre es una mala noticia. Y ese cine en particular tenía un plus: era un espacio donde se proyectaban películas de alto contenido artístico, en el que confluía público no sólo de nuestro barrio sino de distintos lugares de la ciudad y la provincia, a disfrutar de obras “de autor”, de esas que no son habituales en las salas que buscan objetivos más taquilleros (sin desmerecerlas: debe haber para todos los gustos). Joyas únicas, raras, difíciles de encontrar en cualquier lado.
Temiendo el destino que pudiera correr – conociendo la forma en que la actual gestión del Gobierno de la Ciudad encara proyectos inmobiliarios en los que prevalece el interés comercial por sobre la defensa de nuestro patrimonio cultural – los integrantes de BELGRANO K rápidamente nos movilizamos. Instalamos mesas en la puerta del cine y, turnándonos en guardias, repartimos volantes, colocamos carteles y convocamos a los vecinos interesados en la defensa de la continuidad del cine.
La respuesta no se hizo esperar y logramos reunir alrededor de cinco mil firmas. En un acto al que, además de gran cantidad de vecinos, asistieron representantes de la cultura de nuestra comuna, entregamos una abultada carpeta a legisladores del FpV que respondieron y acompañaron nuestro llamado. Esta contenía las firmas y un petitorio para que el cine fuera declarado de Interés Cultural Patrimonial.
Nuestros diputados en la Legislatura de la Ciudad elaboraron un proyecto en tal sentido, que entró con carácter parlamentario a la espera de ser tratado y votado en el recinto. El proyecto lleva la firma de los Diputados Juan Cabandié y Graciela Alegre y además fue apoyado por otros diputados
BELGRANO K siguió organizando actividades con asistencia del INCAA, que apoyó nuestra convocatoria aportando películas, personal y recursos técnicos para realizar las proyecciones en la vereda de la sala.
En estas reuniones estuvieron presentes actores, directores y algunos medios que difundieron nuestra actividad. También contactamos a vecinos de otras comunas que están bregando por la reapertura de otros cines que han cerrado en sus barrios.
Este apoyo colectivo hizo notar a empresarios privados que el cine contaba con un público que lo necesitaba, lo cual también indicaba que sería rentable económicamente.
Hoy nos llega una noticia que nos llena de satisfacción y nos renueva la convicción de que tenemos que unirnos para reclamar por nuestros derechos. ¡El cine vuelve a abrirse! Con otro nombre, con otros dueños, pero con el mismo espíritu de cine arte.
Queremos compartir esta alegría y felicitarnos a todos los que hemos participado de esta movida.
BELGRANO K en Unidos y Organizados. Comuna 13
Nuevo libro de Beatriz Stolowicz
Compartimos esta información: el nuevo libro de Beatriz Stolowicz, "A CONTRACORRIENTE DE LA HEGEMONÍA CONSERVADORA", se encuentra ya en Buenos Aires, en la Librería Hernández, y también está allí el anterior, colectivo, de "Gobiernos de izquierda en América Latina. Un balance político"
Saludamos la nueva publicación de Beatriz y adjuntamos una reseña sobre el libro.
Reseña "A contracorriente de la hegemonía conservadora"
Saludamos la nueva publicación de Beatriz y adjuntamos una reseña sobre el libro.
Reseña "A contracorriente de la hegemonía conservadora"
«Marxismo21»
Difundimos y acompañamos iniciativa desde Brasil
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Proposta Editorial
Tantas vezes anunciada como superada ao longo de mais de um século, a teoria marxista tem despertado um significativo e abrangente interesse em todo o mundo. Para nós, isso decorre de sua natureza científica e de sua dimensão crítica, decisivas não apenas para a análise e diagnóstico da crise estrutural do capitalismo como também para a radical superação desta forma de sociabilidade, sobretudo a partir da mais recente crise da economia capitalista.
Entendemos também que o marxismo apenas conseguirá responder aos desafios do século 21 caso se mantenha aberto à confrontação permanente com os novos fenômenos da atualidade, seja na economia, seja na política, na cultura, etc., testando sempre a validade de suas hipóteses. Por sua vez, a afirmação teórica do marxismo nunca será um ato gratuito, implicando sempre um compromisso com as lutas sociais e políticas contra o capitalismo e pelo socialismo.
Com características inéditas no Brasil, marxismo21 visa responder às necessidades intelectuais não apenas de estudantes e pesquisadores, mas também de militantes sociais e partidários, professores e estudantes do ensino médio, informando-os sobre as programações, os eventos e as distintas produções teóricas comprometidas com as obras teóricas de Marx e Engels.
Convencidos de que a riqueza e a complexidade da teoria marxista se manifestam pelo seu pluralismo e diversidade, os editores se empenharão em divulgar as diferentes interpretações sobre a obra de Marx. Comprometido com uma orientação democrática, não-sectária e pluralista, marxismo21 não privilegiará nenhuma tradição teórica nem se filiará a qualquer corrente político-partidária atuante na cultura política brasileira. Além disso, pretende ser um espaço de articulação da pesquisa marxista buscando conferir-lhe um caráter mais articulado e coletivo num país de dimensões continentais como é o Brasil.
O blog pretende ser, sobretudo, um instrumento útil e valioso na luta teórica, política e ideológica pela difusão do pensamento marxista, crítico e transformador. Esta expectativa funda-se na convicção de que as ferramentas oferecidas pelos novos suportes e mídias digitais, bem como os temas relativos à sua democratização e socialização, devem ser questões e desafios enfrentados pelo marxismo no século 21.
Iniciativa de pesquisadores marxistas, marxismo21 se consolidará e será bem sucedido desde que tenha a solidariedade ativa das entidades de pesquisa e estudos, dos editores, dos autores e dos movimentos sociais e políticos de esquerda do país.
marxismo21 não é propriedade intelectual de seus atuais criadores, mas um compromisso de todos os marxistas que se dispuserem a participar de sua construção, produção e funcionamento.
CONSELHO EDITORIAL
Caio N. de Toledo Danilo E. Martuscelli Fernando P. de Souza Luciano Martorano Muniz Ferreira Ricardo F. de Castro Sofia Manzano
CONSELHO CONSULTIVO
Adriano Nascimento, UFAL Angélica Lovatto, Unesp David Maciel, UFG Diorge Konrad, UFSM Eliel Machado, UEL Eurelino Coelho, UEFS Flávio de Castro, sociólogo Gilberto Calil, Unioeste Joana Coutinho, UFMA José Claudinei Lombardi, Unicamp José Roberto Cabrera, sociólogo Leandro Galastri, UNIFAL Lincoln Secco, USP Luiz Martins, USP Marcelo Carcanholo, UFF Márcio Naves, Unicamp Marcos Del Roio, Unesp Marcos Tavares Soares, UESB Maria Orlanda Pinassi, Unesp Mário Maestri, UPF Maurício Vieira, UFF Mauro Iasi, UFRJ Milton Pinheiro, UESB Patrícia Trópia, UFU Plínio Sampaio Jr., Unicamp Ronaldo Rosas, UFF Sérgio Braga, UFPR Virgínia Fontes, UF
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Proposta Editorial
Tantas vezes anunciada como superada ao longo de mais de um século, a teoria marxista tem despertado um significativo e abrangente interesse em todo o mundo. Para nós, isso decorre de sua natureza científica e de sua dimensão crítica, decisivas não apenas para a análise e diagnóstico da crise estrutural do capitalismo como também para a radical superação desta forma de sociabilidade, sobretudo a partir da mais recente crise da economia capitalista.
Entendemos também que o marxismo apenas conseguirá responder aos desafios do século 21 caso se mantenha aberto à confrontação permanente com os novos fenômenos da atualidade, seja na economia, seja na política, na cultura, etc., testando sempre a validade de suas hipóteses. Por sua vez, a afirmação teórica do marxismo nunca será um ato gratuito, implicando sempre um compromisso com as lutas sociais e políticas contra o capitalismo e pelo socialismo.
Com características inéditas no Brasil, marxismo21 visa responder às necessidades intelectuais não apenas de estudantes e pesquisadores, mas também de militantes sociais e partidários, professores e estudantes do ensino médio, informando-os sobre as programações, os eventos e as distintas produções teóricas comprometidas com as obras teóricas de Marx e Engels.
Convencidos de que a riqueza e a complexidade da teoria marxista se manifestam pelo seu pluralismo e diversidade, os editores se empenharão em divulgar as diferentes interpretações sobre a obra de Marx. Comprometido com uma orientação democrática, não-sectária e pluralista, marxismo21 não privilegiará nenhuma tradição teórica nem se filiará a qualquer corrente político-partidária atuante na cultura política brasileira. Além disso, pretende ser um espaço de articulação da pesquisa marxista buscando conferir-lhe um caráter mais articulado e coletivo num país de dimensões continentais como é o Brasil.
O blog pretende ser, sobretudo, um instrumento útil e valioso na luta teórica, política e ideológica pela difusão do pensamento marxista, crítico e transformador. Esta expectativa funda-se na convicção de que as ferramentas oferecidas pelos novos suportes e mídias digitais, bem como os temas relativos à sua democratização e socialização, devem ser questões e desafios enfrentados pelo marxismo no século 21.
Iniciativa de pesquisadores marxistas, marxismo21 se consolidará e será bem sucedido desde que tenha a solidariedade ativa das entidades de pesquisa e estudos, dos editores, dos autores e dos movimentos sociais e políticos de esquerda do país.
marxismo21 não é propriedade intelectual de seus atuais criadores, mas um compromisso de todos os marxistas que se dispuserem a participar de sua construção, produção e funcionamento.
CONSELHO EDITORIAL
Caio N. de Toledo Danilo E. Martuscelli Fernando P. de Souza Luciano Martorano Muniz Ferreira Ricardo F. de Castro Sofia Manzano
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Adriano Nascimento, UFAL Angélica Lovatto, Unesp David Maciel, UFG Diorge Konrad, UFSM Eliel Machado, UEL Eurelino Coelho, UEFS Flávio de Castro, sociólogo Gilberto Calil, Unioeste Joana Coutinho, UFMA José Claudinei Lombardi, Unicamp José Roberto Cabrera, sociólogo Leandro Galastri, UNIFAL Lincoln Secco, USP Luiz Martins, USP Marcelo Carcanholo, UFF Márcio Naves, Unicamp Marcos Del Roio, Unesp Marcos Tavares Soares, UESB Maria Orlanda Pinassi, Unesp Mário Maestri, UPF Maurício Vieira, UFF Mauro Iasi, UFRJ Milton Pinheiro, UESB Patrícia Trópia, UFU Plínio Sampaio Jr., Unicamp Ronaldo Rosas, UFF Sérgio Braga, UFPR Virgínia Fontes, UF
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